Bem Vindo

sábado, 28 de novembro de 2015

 
 Não é preciso ter uma alma juvenil
na maturidade ou na velhice,
mas uma faísca de alegria,
uma brecha para imaginação,
vontade de dançar sem música.
Isso vale mais do que todos os
recursos da estética, da medicina, da psicologia,
das mais belas viagens,
e mesmo dos mais tocantes afectos.

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