Bem Vindo

quinta-feira, 27 de março de 2014

Porque será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos?

Porque será que nos lamentamos tanto
quando nos decepcionamos, perdemos e erramos?
O mundo não acaba, quando nos enganamos;
ele muda talvez de direção.
 Mas precisamos tirar partido de nossos erros.
 Porque que tudo teria que ser 
correto, coerente sem falhas?
 As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela.
 Que dói, dói.
 Ah! Isso não posso negar.
 Dói no orgulho, principalmente.
 E quanto mais gente envolvida, 
mas nosso orgulho dói.
 Portanto o humilhante não é cair,
mas permanecer no chão
enquanto a vida continua seu curso.
 O problema é que julgamos o mundo, s
egundo a nossa própria maneira de olhar
e nos esquecemos que existem milhões
e milhões de olhares diferentes do nosso.
 Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões
sobre a vida e sobre o mundo.
 Às vezes acertamos, outras erramos.
 E somos normais assim...
 De que adianta ter sempre razão,
saber de tudo e no fim o que nos resta é a solidão?
 Vida é partilha...
 E não há partilha sem humildade,
sem generosidade, sem amor no coração.
 Na escola só aprendemos 
porque somos conscientes
de que estamos lá porque não sabemos ainda;
na vida é exatamente a mesma coisa.
 Se nos fecharmos, se fecharmos nossa alma,
nosso coração, nada vai entrar.
 E será que conseguimos nos bastar a nós mesmos?
 Eu duvido...
 Não andamos em cordas bambas o tempo todo,
mas às vezes é o único meio de atravessar...
 Somos bem mais resistentes do que julgamos;
a própria vida nos ensina a sobreviver,
viver sobre tudo e sobretudo.
 Nunca duvide do seu poder de sobrevivência.
 Se você duvida, cai.
 Aprenda com o apóstolo Pedro que,
enquanto acreditou, andou sobre o mar,
mas começou a afundar quando sentiu medo.
 Então, afundar ou andar sobre as águas?
 Depende de nós, 
depende de cada um em particular.
 Podemos nos unir em força para ajudar a alguém,
mas só esse alguém pode 
decidir a ter fé, força e coragem
para continuar esta 
maravilhosa jornada da vida.

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