e
volto como a tempestade.
Às
vezes sou medo, e coragem.
Distraio
os jardins conversando
com
as flores, para falar bobagem.
Sorrio
com a alma:
dá
vontade.
E
quando a tempestade passa,
tudo
acalma, é passagem.
Volto
como se nada houvesse acontecido:
São
rompantes para extravasar
o que não me cabe...
.jpg)
Sem comentários:
Enviar um comentário