de
insignificâncias
só para mostrar para o mundo
que
sou melhor ou pior.
Não me escondo da vida,
me mostro para ela com
leveza e verdade.
Quero tocar no coração das
pessoas,
com as mãos.
Quero massagens de
simplicidade na alma.
Quero cócegas, quero mais do
que esse
mundo irreal tem para
oferecer.
Eu sou inteira e ao
mesmo
tempo tão limitada.
Não me comporto bem diante
do que não me toca,
daquilo que não me faz
desatinar.
Eu preciso ser ouvida, eu
gosto de ouvir.
Gosto da conexão entre o
toque e o abraço.
Web cam? Para quê?
Não quero ver o superficial.
Ele não me prende, não
fascina.
Eu gosto de olhar o que tem
por dentro das retinas.
Tenho coração, não CPU.
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