Bem Vindo

sábado, 17 de agosto de 2013

 
 Apesar de todos os medos, 
escolho a ousadia.
Apesar dos ferros, 
construo a dura liberdade.
Prefiro a loucura à realidade, 
e um par de asas tortas aos 
limites da comprovação e da segurança.
Eu, (...), sou assim.
Pelo menos assim quero fazer: 
a que explode o ponto e arqueia a linha, 
e traça o contorno que ela mesma há de romper.
A máscara do Arlequim não serve 
apenas para o proteger quando espreita a vida, 
mas concede-lhe o espaço de a reinventar.
Desculpem, mas preciso lhes dizer:
EU quero o delírio.

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